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Mudanças

Com 2014 vieram ideias novas para o blog, que andou um tanto “abandonado” em 2013. Pretendo ainda falar bastante sobre doramas, porque ainda continua sendo o que mais gosto de fazer nas horas vagas. No entanto, vou expandir o tema do blog para outros assuntos de interesse pessoal.

O blog sempre foi pessoal, com opiniões pessoais,  mas que se limitavam apenas aos doramas,  pretendo “abrir” para outras considerações como talvez moda (mais coreana), cinema (mais coreano), reflexões, textos de minha autoria, tradução de webtoon, cultura coreana, momentos yahoo respostas e continuando com o enquanto isso e as resenhas dos doramas, filmes coreanos e livros em geral e acrescentando resenhas de dramas japoneses e afins.

Bom, a pretensão é grande, mas vamos ver o que conseguimos fazer! Fighthing!! Também gostaria de acrescentar mais sobre k-pop e também tenho algumas ideias futuras já (mas que exigem um plano inicial).

Também haverá mudanças com relação ao layout (necessário) e nos desligaremos da nossa Sica querida, mas não sem saudades. Um dos motivos é que vou fotografar mais – tudo – e pretendo também substituir as caras e manter somente os memes e os print screens dos doramas.

No final do ano passado já prometi cumprir a meta de 200 posts no ano. Para isso, vocês verão muito a minha cara por aqui, porque preciso de no mínimo 17 posts por mês! Qualquer ideia para post ou qualquer coisa que gostariam que eu comentasse, por favor sintam-se à vontade para colocar aí nos comentários!

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Das leituras de 2013

Acho que estou ficando velha. Tenho (ou tinha) uma memória ótima. Eu, sem esforço nenhum, decorava números de telefone, datas de aniversários de todos os familiares e amigos, senhas de todos os sites e emails e etc. Agora, nem o que eu li ano passado (11 dias atrás) – e concluí – eu sei com certeza.

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Colocando um expressão coloquial que expressa melhor o que tenho a dizer agora, eu, “meio que” apago tudo o que não interessa ou é – para mim – irrelevante como por exemplo nome de ruas e localização, informação banais sobre as coisas, nomes de marcas, nomes de filmes, nome de livros (após um período de não-contato com ele), nome de colegas de classe,  nome dos meus professores e até uma dificuldade de identificar quem são e de onde são os “conhecidos” não-íntimos que vejo na rua e matuto matuto e nada.

Sim, os tempos estão chegando. E com eles faço sempre uma lista imensa dos livros que “devo comprar e ler” e faço uma grande dos que conhecei e li até o final, dos que parei por motivo indeterminado, dos que achei um verdadeiro porre e definitivamente abandonei, dos que não sei onde estão e não lembro o nome, dos que efetivamente li, mas sem saber exatamente quando e em que ano, dos ebooks que comprei e de todas as primeiras páginas de vários livros que li “para saber se era bom”, sem contar os que peguei emprestado li e devolvi e não fiz anotações sobre e se perdeu no limbo lindo da minha mente sem retorno.

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Então, foi para mim muito penoso fazer uma pequena lista de alguns livros que realmente que li em 2013. Vamos lá:

1) Bonsai de Alejandro Zambra (ganhei de presente de aniversário de uma amiga linda ♥);

2) Solanin 1 e 2 de Inio Asano (mangá – peguei emprestado);

3) O clube dos suicidas de Robert Louis Stevenson;

4) A desobediência civil de Henry David Thoreau;

5) O sentido de um fim de Julian Barnes (peguei emprestado);

6) Criaturas da noite de Neil Gaiman;

7) Imagem violência – etnografia de um cinema provocador de Rose Satiko Gitirana Hikiji (que me render o post Kdrama à luz da antropologia);

8) @mor (ebook) de Daniel Glattauer;

9) Emmi & Leo – A sétima onda (ebook) de Daniel Glattauer;

10) Snuff de Chuck Palahniuk;

11) A volta do parafuso de Henry James;

12) Os dias estão todos ocupados – As aventuras de Calvin e Haroldo de Bill Watterson.

Os que comecei e não terminei (só alguns para não cansá-los), mas vou terminá-los (rs):

1) Mulheres Perfeitas de Ira Levin;

2) O império do efêmero de Gilles Lipovetsky;

3) Desonra de J. M. Coetzee;

4) Ficando longe do fato de já estar meio que longe de tudo de David Foster Wallace;

5) Os enamoramentos de Javier Marías;

6) Diário do subsolo de Fiódor Dostoiévski.

Jessica Jung

Os que comprei nos sebos do centro e ainda nem tive a chance de pegar para ler – e tenho que tomar vergonha na cara para ler -:

1) Moby Dick de Hermann Melville;

2) Cem anos de solidão de G.G. Márquez;

3) Os meninos do Brasil de Ira Levin;

4) Se um viajante numa noite de inverno de Ítalo Calvino;

5) Ilusões perdidas de Honoré de Balzac.

Os que comecei a ler e abandonei para nunca mais:

1) Como ficar sozinho de Jonathan Franzen (emprestado);

2) Uma longa queda de Nick Hornby (emprestado).

Os que pretendo começar a ler em 2014 aka comprar em algum lugar etc:

1) A elegância do ouriço de Muriel Barbery;

2) Mrs. Dalloway de Virgínia Woolf (sim, não li, mas agora é questão de honra)

3) Entrevistas com Andy Warhol coletânea da Blackie Books;

4) Tristessa de Jack Kerouac;

5) À primeira vista de Nicholas Sparks (Vou dar uma chance pro Nicholas porque ganhei esse livro – pela minha eficiência no trabalho rsrs);

6) O elogio da madrasta de Mário Vargas Llosa.

Jessica Jung

Dos que terminei a leitura confesso que O sentido de um fim me surpreendeu bastante, gostei muito do jeito como ele escreve e muito da história. Também me diverti muito – devorando mesmo – o romântico ebook @mor que a brisa toda acontece por email, digo, é romance virtual.

Bonsai também foi muito fofo, o que me fez querer conhecer outros escritores chilenos. A volta do parafuso me fez perceber – e em um momento oportuno – o quanto a gente pode pirar na batatinha sem fundamento nenhum… O clube dos suicidas de Robert Louis Stevenson só me confirmou como o humor refinado de Stevenson é genial e A desobediência civil de Henry David Thoreau me lembrou o tempo todo de Into the wild, há uma grande eloquência em nos convencer a sermos leitores vorazes – e não jogos -, me lembrou de Hakim Bey e terrorismo poético e me fazer ver que tenho sempre pé na conspiração.

Sem falar que Neil Gaiman – que não tenho muito contato em leituras – me fez perceber que um assunto simples contado de outra maneira ou talvez de uma maneira que só Neil Gaiman saiba pode se tornar um assunto extraordinário. Já Calvin é amor. ♥ Mas o meu “achado” de 2013 foi David Foster Wallace, que conto em outra ocasião.

P.S.: Li um HQ Fun Home de Alison Bechdel (emprestado, este eu realmente demorei para lembrar) e não tenho certeza se foi 2012 ou 2013 mesmo. Enfim, era um que ia com certeza fazer um post a respeito. Nesse tempo “indefinido” também li o HQ Wilson de Daniel Clowes – lindinho. Também o livro O arquiteto de Rui Tavares entre 2012/2013. Sem contar os do Batman. Comprei um Batman no Uruguai, mas daí é outro post.

E vocês de qual leitura mais gostaram em 2013? Conta ae!

Mas, vocês sabem né:

JANE AUSTEN BEFORE IT WAS COOL

* Todas as imagens foram retiradas da internet, se você tem direito de imagem de alguma delas deixe um comentário para que possamos dar os devidos créditos.

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Milhares de Selcas

Uma leitora do blog fofíssima me mandou um email referente ao post “Mas que selca é essa?” onde eu pedia para que vocês me enviassem fotos de vocês, de suas selcas. No facebook onde ela encontrou nossa página, realmente, o que mais se tem ali são selcas não é mesmo?! Achei bem criativo o nome do email: Milhares de Selcas!

E agora, vocês já sabem o que é selca? Querem conferir mais algumas?

Tá aí, as fotos enviadas de Brunna Queiroz:

Brunna Queiroz Brunna Queiroz image_2 image_3

Muito obrigada Brunna, um beijo! Vocês também querem aparecer por aqui? Mande as suas também!

Uma sugestão: qual tal imitar as selcas de seus k ídols, seus bias?

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Please, teach me English

Please teach me English foi um filme bem engraçadinho que assisti fim do ano passado. É interessante observar que a dificuldade de aprender qualquer outra língua a não ser a sua está presente em qualquer país. Os coreanos têm mais dificuldades com a pronúncia do inglês – e isso todos nós (que assistimos alguns doramas ou escutamos kpop) já sabemos.

Please teach me English

Quando fiz a minha primeira resenha de um filme coreano (He was cool) eu falei bem mal, não talvez porque fosse ultra ruim, mas porque o meu “ver o filme” não estava adaptado ao  “ver o filme coreano” assim como “vemos os filmes americanos” estilo sessão da tarde.

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Eu passei a entender um pouco, a entender não, a ver e a sentir o filme coreano e amá-lo como os filmes da sessão da tarde que assistia quando era criança e gostava. É no mesmo embalo. Você tem que se envolver e achar que toda aquela babaquice em cena, sim, é um filme razoável.

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Filme é qualquer caraminhola que saiu da cabeça da um cara. É tão brisa – como a cena das lutinhas de street fighter – tão impensável em uma metáfora como “você vai ou não vai aprender outra língua?” e tão saudosista que nos compra. Eu cai na risada sinceramente. Porque acima de tudo faz parte do medo de todo aquele que não tem o inglês como língua nativa. Querendo ou não, eu me vi na lutinha de street fighter sendo nocauteada.

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A história é simples. Uma funcionária pública, Na Young-ju (Lee Na-young), é obrigada a fazer um curso de inglês após um atendimento fracassado a um residente estrangeiro. Essa funcionária é tímida, quieta e quando abre a boca só sai as pérolas. Todos os personagens têm características bem ressaltadas para nos fazer rir é claro.

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O principal, Mun-su (Jang Hyuk), está na classe de inglês dela, é o tipo garanhão com suas cantadas bregas, mas no fundo não passa de pura pose. Ele trabalha em uma loja de sapatos e vai aprender a falar inglês para se comunicar com a irmã que mora nos Estados Unidos.

A funcionária pública se encanta com o “garanhão” e a partir de então só corre atrás dele. A professora de inglês a ajuda a conquistá-lo propiciando mais momentos juntos. Ele, acaba gostando dela realmente, porém Young Ju confunde e acha que a irmã é namorada dela.

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No final, temos um clímax muito bonitinho que nos rendeu este Enquanto isso… aqui. Mun Su, uma vez falando por falar disse à Young Ju que se amasse mesmo alguém só se declararia em inglês e ela teria que saber. No entanto, quando Mun Su corre atrás de Young Ju ele se declara em coreano. (Saranghae) É um momento muuuuito fofo pois ele se declara no melhor estilo: ele a persegue no metrô e dentro do vagão – se desculpe gritando “você acha que eu pegaria a minha irmã?” se declara para ela, calçando sapatos que comprou novos para ela.

Vamos combinar que se alguém te fala “saranghae” você simplesmente morre, enquanto escutando um simples e banalizado “I love you” ou “eu te amo” você boceja. E no final, um pouco – afirmando a cultura coreana – ele disse que dizer eu te amo em coreano soa muito melhor. Então ela pergunta gracejando: “e beijo fica melhor em inglês ou coreano?”.

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Este filme é um pouco como incentivo, talvez aos coreanos que não se aventuram, para aprender o inglês, outro idioma. As tiragens do final do filme mostram a turma de coreano após o curso. Todos eles conseguiram alguma coisa nova e boa graças ao aprendizado do inglês.

Eu confesso que não gosto de inglês e sei muito pouco, no entanto, precisamos dele para tudo! Por enquanto, vou ser como Mun Su e dizer que qualquer palavra fica melhor em coreano. ♥

PS.: Já viram e curtiram a página do Blog no facebook? É. Nos rendemos à modernidade. Curte lá: Blog TUDO ASFIXIA.

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